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Otimizando sua ida à churrascaria – Fotos

Postado por Daniel Becher em nov.18, 2007, categoria Churrasco

Aproveitei a ida à churrascaria, hoje, domingão, para conseguir imagens complementares à série de posts que fiz aqui sobre otimização do consumo de um rodízio de imagens. Aproveitei e testei a câmera do Nokia E50 que comprei ontem, que gostei, mas isso já é assunto para outro post.

Fomos ao Meu Cantinho Churrascaria, sito a rua Salvador Di Bernardi, em Campinas, São José(SC), estabelecimento confiável e que consta no nosso Guia de Churrascarias. A fila estava grande lá fora, mas quando fomos devidamente identificados como críticos-blogueiros-jabazentos de churrascarias e estabelecimentos similares, entramos sem rodeios e delongas. A recepcionista que era mais parecida com a Efigênia (Daniele Valente), Gênia Estagiária do Zorra Total, tratou de cuidar dos lugares (não, não temos fotos deste momento, porque a multidão lá fora gritava tresloucada pedindo links e o Fernando estava deveras emocionado por isso).

Se você nem desconfia do que estou falando, leia estes posts para se interar do assunto:

Agora que você já se inteirou do assunto, vamos aos fatos e às fotos. Começamos com o exemplo de um prato feito no buffet de uma churrascaria à rodízio, sem muitos frufrus, sem arroz, sem feijão e qualquer substância que jogue as carnes a um segundo plano. Como vemos, temos aqui alguns palitinhos de fritas, um pedaço de polenta, e guloseimas como ovinhos de codorna, pequenos pedacinhos de queijo e molho rosê prá dar um gostinho nas besteiras aceitáveis.

churrasco01.jpg

Agora, vemos a carne que todo ser humano deveria comer num rodízio antes de qualquer coisa. O corte que deveria ser servido em toda churrascaria como entrada, meio e fim. O manjar dos deuses que todo garçom que se preze deveria ostentar e carregar como um estandarte, como quem diz: “Olha, eu estou com o costelão, babem vocês seu bando de bostas. Eu sirvo se eu quiser e se vocês dançarem pianinho.” E, claro, o cliente o faria, com muito esmero e paciência, até que esta magnífica carne repousasse em seu bêrço prato esplêndido.

churrasco02.jpg

Por último, e propositalmente por último, temos a picanha que já tinha passado uma vez. Se você leu a série, sabe de uma das regras mais importantes do CBT (Central Becher de Tutoriais), que é não aceitar a picanha na primeira passada. Além de não ser o cream de la cream, os gerentes deste tipo de estabelecimento precisam aprender de uma vez por todas que picanha é bom, mas não é tudo. Maquiavelicamente, impetramos esta lei para servir de exemplo para o garçom e para que ele baixe a sua bola, não fique tão confiante e se ache a última traquinas do pacote por portar este corte no espeto. Ademais, sabemos que é um corte gostoso, não somos negligentes nem idiotas, e por isso nossos fotógrafos procuraram um pedaço sangrando (pulsando, se possível fosse) e com uma generosa camada de gordura (graxa, para os íntimos).

churrasco03.jpg

É de engraxar o bigode.

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6 comentários neste post
  1. Rafael

    Estivesse perto da minha casa então… Nem quis olhar as fotos que já me dá fome.

  2. Fernando MS - Pulga

    huahuahau
    Olha ali minha costela! kkkkk
    Realmente estava muito bom… saí de lá agonizando…
    :)

  3. Renata

    Ah, viu como tô aprendendo? Pelo menos o prato do buffet já tá otimizado. Resta ainda aprender a gostar da costela gorda e da picanha mal-passada…

  4. Bender

    E cupim? não rolou cupim? E costela normal? E granito?

    Caraleo, q merda de ida à churrascaria essa!!??

    Volta para a churrascaria já, guri!!!!

  5. Daniel Becher

    Granito é muito duro, aqui a gente usa pra fazer calçadas e lápides. Costela normal também tinha, só não tem foto. E cupim só passaram quando eu já tava cheio.

    Sabe como é, não dava pra tirar foto de todas, senão perdia o embalo da comilança.

  6. Fernando MS - Pulga

    ahahahah
    como se fosse fácil perder o embalo…
    é capaz de os garçons terem que expulsar do restaurante…
    tsc tsc tsc

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