Aproveitei a ida à churrascaria, hoje, domingão, para conseguir imagens complementares à série de posts que fiz aqui sobre otimização do consumo de um rodízio de imagens. Aproveitei e testei a câmera do Nokia E50 que comprei ontem, que gostei, mas isso já é assunto para outro post.
Fomos ao Meu Cantinho Churrascaria, sito a rua Salvador Di Bernardi, em Campinas, São José(SC), estabelecimento confiável e que consta no nosso Guia de Churrascarias. A fila estava grande lá fora, mas quando fomos devidamente identificados como críticos-blogueiros-jabazentos de churrascarias e estabelecimentos similares, entramos sem rodeios e delongas. A recepcionista que era mais parecida com a Efigênia (Daniele Valente), Gênia Estagiária do Zorra Total, tratou de cuidar dos lugares (não, não temos fotos deste momento, porque a multidão lá fora gritava tresloucada pedindo links e o Fernando estava deveras emocionado por isso).
Se você nem desconfia do que estou falando, leia estes posts para se interar do assunto:
- Otimizando sua ida a Churrascaria Parte I
- Otimizando sua ida a Churrascaria Parte II
- Otimizando sua ida a Churrascaria Parte III
- Otimizando sua ida a Churrascaria Parte IV
- Otimizando sua ida a Churrascaria Parte V
- Otimizando sua ida a Churrascaria Parte VI
Agora que você já se inteirou do assunto, vamos aos fatos e às fotos. Começamos com o exemplo de um prato feito no buffet de uma churrascaria à rodízio, sem muitos frufrus, sem arroz, sem feijão e qualquer substância que jogue as carnes a um segundo plano. Como vemos, temos aqui alguns palitinhos de fritas, um pedaço de polenta, e guloseimas como ovinhos de codorna, pequenos pedacinhos de queijo e molho rosê prá dar um gostinho nas besteiras aceitáveis.

Agora, vemos a carne que todo ser humano deveria comer num rodízio antes de qualquer coisa. O corte que deveria ser servido em toda churrascaria como entrada, meio e fim. O manjar dos deuses que todo garçom que se preze deveria ostentar e carregar como um estandarte, como quem diz: “Olha, eu estou com o costelão, babem vocês seu bando de bostas. Eu sirvo se eu quiser e se vocês dançarem pianinho.” E, claro, o cliente o faria, com muito esmero e paciência, até que esta magnífica carne repousasse em seu bêrço prato esplêndido.

Por último, e propositalmente por último, temos a picanha que já tinha passado uma vez. Se você leu a série, sabe de uma das regras mais importantes do CBT (Central Becher de Tutoriais), que é não aceitar a picanha na primeira passada. Além de não ser o cream de la cream, os gerentes deste tipo de estabelecimento precisam aprender de uma vez por todas que picanha é bom, mas não é tudo. Maquiavelicamente, impetramos esta lei para servir de exemplo para o garçom e para que ele baixe a sua bola, não fique tão confiante e se ache a última traquinas do pacote por portar este corte no espeto. Ademais, sabemos que é um corte gostoso, não somos negligentes nem idiotas, e por isso nossos fotógrafos procuraram um pedaço sangrando (pulsando, se possível fosse) e com uma generosa camada de gordura (graxa, para os íntimos).

É de engraxar o bigode.
Estivesse perto da minha casa então… Nem quis olhar as fotos que já me dá fome.
huahuahau
Olha ali minha costela! kkkkk
Realmente estava muito bom… saí de lá agonizando…
Ah, viu como tô aprendendo? Pelo menos o prato do buffet já tá otimizado. Resta ainda aprender a gostar da costela gorda e da picanha mal-passada…
E cupim? não rolou cupim? E costela normal? E granito?
Caraleo, q merda de ida à churrascaria essa!!??
Volta para a churrascaria já, guri!!!!
Granito é muito duro, aqui a gente usa pra fazer calçadas e lápides. Costela normal também tinha, só não tem foto. E cupim só passaram quando eu já tava cheio.
Sabe como é, não dava pra tirar foto de todas, senão perdia o embalo da comilança.
ahahahah
como se fosse fácil perder o embalo…
é capaz de os garçons terem que expulsar do restaurante…
tsc tsc tsc