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Marcelo Crivella e a Lei Rouanet

Na segunda-feira, 30 de Abril, assisti o Programa do Jô e uma das entrevistas foi com o Bispo da Igreja Universal do Reino de Deus, Senador e cantor, Marcelo Crivella.

Confesso que sempre fui fã do Jô Soares. Gosto dos livros dele, li quase todos, tenho alguns. O humor já não é o mesmo, piadinhas sem graça, mas as entrevistas interessantes que ele promove e sua cultura e conhecimento irrepreensíveis sempre me fizeram admirá-lo.

Porém na entrevista com o referido político e religioso, a imagem que eu tenho dele de um cara elegante, fino, culto e correto foi por água abaixo. Compreendo que apesar de ele fazer entrevistas, prezando pela opinião de quem responde, ele pode (e deve) expor sua opinião pessoal acerca dos assuntos propostos. Mas me decepcionei com esta entrevista. Visivelmente tendencioso, ele chegou a chamar dois atores para gravar depoimentos sobre a Lei Rouanet e escrachar publicamente a “vossa excelência”. Fez piadinhas de mal gosto acerca da espiritualidade de Crivella, sempre alfinetando colocando em questão os seus possíveis interesses excusos camuflados na forma de lei.

Confesso que não gosto nada da forma que a Igreja Universal conduz sua crença e seus “negócios”. Mas fazer isso, esperava de um cara como o Ratinho, o Leão, Nelson Rubens, Sônia Abrão, etc., mas nunca de um cara como ele.

Uma pena. Ele perdeu um fã.

Se estou falando grego sobre a Lei Rouanet, fique tranquilo, clique aqui e entenda do que se trata.

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7 comentários em “Marcelo Crivella e a Lei Rouanet”

  1. 1
    j. noronha:

    Desisti do Jô há horas, se ano passado estava ruim, em 2007 o fundo do poço é a regra, não o limite. Acho que um cara como o Crivella não merece nem espaço, muito menos atenção em uma entrevista.
    Isso sem contar o dia em que ele passou dois blocos do programa com um sósia do Papa que não tinha nada a acrescentar.

    [Responder]

  2. 2
    Xx Xx:

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    Comentário editado.

    Caro Xx Xx. É um prazer ter sua visita e seu comentário. Entretanto, se você não pode se identificar, também não pode comentar. É atitude de covarde :)
    Quando se identificar, terá seu comentário aqui.
    Abraço!

    O editor.

    [Responder]

  3. 3
    André Santiago:

    Eu assisti o monologo, não acho que o senador estaria despreparado para a entrevista, mas com certeza não esperava que fosse só uma forma de ataque pessoal.
    Estou vendo em varios lugares, mentiras e distorções do fato, eu não acho que quem esteja com a razão necessite de mentir ou ocultar algo sobre o fato, se você discorda de mim basta colocar o titulo do tópico no google e verá quanta mentira foi dita a respeito do assunto não estou aqui para defender uma ou outra parte, mas tenho capacidade de formar minha própria opinião sem distorcer fatos para justificá-la.

    [Responder]

  4. 4
    Chawca:

    Nunca fui muito fã dele justamente porque a cultura que ele tem lhe subiu a cabeça..
    Ele interrompe demais os entrevistados, não aceita opiniões contrárias as dele e se acha demais,,
    Piadinhas sem graça e os convidados estão cada vez mais chatos…
    O Marcelo Crivella só foi lá mais como um direito de respota por um comentário que eu o vi fazendo outro dia…
    As vezes ele acerta a mão, mas ultimamente está dificil..
    Como eu sou um ser noturno, fico vendo Tv de madrugada e tem horas que prefiro o Amaury Junior (que é outro chato de galocha) do que Jô..
    Já li os livros dele e são muito bons..

    Na madrugada ainda assisto o programa do Otavio Mesquita, que é meio bobo, mas as vezes tem umas entrevistas com umas gostosas…

    [Responder]

  5. 5
    Richard:

    Gostei do blog e comento este post por ter me identificado com sua perspectiva quanto a esta entrevista. Jô Soares teve seus auges, mas pelo visto… está definhando cada vez mais (no meu conceito).

    Destaco o modo como o jô defende as mulheres… ele deve ser bi (para fazer cartaz) com trejeitos de viado e de criança às vezes, mas seja qual for a opção e o jeito de ser dele, destratar os homens como ele insiste em fazer… é, no mínimo, um péssimo exemplo. não honra o que deveria ser a própria natureza. Ele é arrogante, gosta de mandar menosprezando os colaboradores. Chato!

    [Responder]

  6. 6
    Diego:

    “Nunca fui muito fã dele justamente porque a cultura que ele tem lhe subiu a cabeça..”

    Desde Quando ter bastante cultura é problema?
    Não assisti o programa, mas não acredito que o Jô tenha feitos ataques pessoais ao bispo, mas apenas tenha satirizado esta proposta da emenda do bispo, que venhamos a concordar, além de ser inconstitucional, é banal! É óbvio que os mercen ários da IURD vão se aproveitar e bem desta emenda, se for aprovada, e fora as sub-igrejas, que seguem o mesmo modelo da IURD, mas não são tão populares quanto a própria.

    Vcs que comentam neste blog que não avaliam bem a postura de um homem culto como o Jô e fazem ataques pessoais à ele:

    “ele deve ser bi (para fazer cartaz) com trejeitos de viado e de criança às vezes, mas seja qual for a opção e o jeito de ser dele, destratar os homens como ele insiste em fazer… é, no mínimo, um péssimo exemplo. não honra o que deveria ser a própria natureza”

    O Brasil se afunda cada vez mais num poço d elama de corrupção maior. E se não depender de nós , iremos todos juntos pro fundo com este sistema falido.

    Diego Lima.

    [Responder]

  7. 7
    Leandro:

    Estava procurando coisas sobre a Lei Rouanet e cheguei aqui. Bem, não posso deixar de comentar. O Jô tem mesmo seus problemas. Há muito já não sou seu fã e para deixar de ser, basta um ou dois programas. Gostei da sua observação, mas temos que lembrar que o Jô é um agitador cultural atrás das câmeras. Um dos maiores diretores de teatro do Brasil! As principais peças universais já passarem pela direção do JÔ. Era simplesmente impossível ele não ser tendencioso. Com a Lei do Crivella, Jô e toda a classe teatral terá que dividir uma fatia do bolo. Fatia que já é pequena. Sobre os metódos e formas que o Jô usou não me surpreendi mesmo! Até esperava mais…

    [Responder]

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