O 2º Turno justifica o seu voto no primeiro

Existe uma célebre frase atribuída à Abraham Lincoln que diz que “Se quiser colocar à prova o caráter de um homem, dê-lhe poder”. Às vésperas do segundo turno das eleições municipais nas cidades grandes com uma homogeneidade política maior, eu adaptaria pra “Se quiser colocar à prova o carater de um homem, ofereça-lhe poder”.

É impossível dar poder pra todos os homens que você considera justos a fim testificar-lhes o caráter e concordar com essa teoria, mas é possível assistí-los sendo testados na prova do oferecimento “sem muito compromisso”.

Esse magnífico evento começou no domingo após o resultado das apurações dos votos do primeiro turno e com as primeiras ligações dos candidatos finalistas para os perdedores oferecendo parcerias, secretarias e cabides de empregos numa possível aliança para o segundo tempo desse jogo medíocre que intitulam democracia.

Era comovente ver meu candidato atacar ferrenhamente o líder nas pesquisas e atual prefeito de Florianópolis, Dário Berger, propondo ao cidadão uma mudança. Aliás, ele se dizia ser “o novo”. Agora, leio no ClicRBS:

O Democratas anunciou na tarde desta terça-feira o apoio a Dário Berger (PMDB) no segundo turno das eleições municipais de Florianópolis. Em troca, os peemedebistas, incluindo o governador Luiz Henrique da Silveira, deverão apoiar o democrata Darci de Matos em Joinville, contra Carlito Merss (PT).

Nas entrevistas, os postulantes à prefeitura da capital de Santa Catarina voltam à defensiva e param de bater nos perdedores, assumindo uma posição de bons-moços, tentando arrebanhar os votos que há menos de três dias foram da “oposição”, como se nada fosse nada, como se um control + alt + del fosse pressionado e tudo voltasse a estaca zero. “Velhos amigos!”, chega a bradar o seu Zé, jogador de dominó inveterado da Praça XIV. Até ele, um setentão acostumado com a política provinciana, acha graça.

Os que ficaram pra trás, não querem largar as tetas e querem levar o nome do partido em alguma secretaria ou na diretoria de algum órgão municipal pra, quem sabe, ter uma melhor votação no próximo pleito.

Eu não apoio o Dário por N motivos, alguns inclusive de foro íntimo, e estes ficarão lacrados na minha memória que teima em ser perfeita enquanto a dos brasileiros não o é, mas apoiava o César Souza Jr do DEM. Agora, ele passa a ser meu inimigo? Já estava odiando o fato de ter que escolher dois dos que eu não considero bons prefeitos pra cidade que me viu crescer, agora terei que votar na defesa?

É uma putaria sem precedentes o jogo político de segundo turno. Não é honesto. Deixa o eleitor sem armas. Porque uma coisa é perder, faz parte da vida e é salutar pro sistema. Outra é você saber que não importa o que você coloque na urna eletrônica, fará uma tremenda duma cagada; e a cada dígito, consciente da merda que está fazendo.

Minhas opções são as seguintes:

  1. Votar num candidato que eu julgo incompetente mas que abrigará debaixo das asas de alguma secretaria ou autarquia o candidato que escolhi pra os próximos quatro anos;
  2. Votar num candidato que já teve várias chances e não fez diferença na minha vida e a quem ostento uma ojeriza homérica;
  3. Votar em branco ou anular meu voto, me igualando aos outros quase 20 mil babacas de Florianópolis.

Deveria ter uma opção na urna eletrônica chamada: “Aperte aqui e morra, você não terá estômago pra aturar o próximo quadriênio mesmo…”

Eu afundaria o dedo nessa opção.

Eleições 2008: SAMU ajudando no pleito

Se você leu direito o título, deve estar pensando: “Olha, o Samu está presente nas zonas eleitorais pra o caso de algum acidente, alguém passando mal ou precisando de atendimento.” Acertei?

Enquanto aguardava a Renata votar, no Colégio Simão José Hess (Trindade, Florianópolis), notei que uma viatura do SAMU se aproximava do estacionamento. Ela me contou, depois, que “a moça que estava na viatura”, fardada como médica ou socorrista, wathever, votou na mesma seção.

Já havia achado estranho o fato de ela ter ido votar com a viatura do SAMU. Porra, que pegasse um carro, um ônibus, um taxi… e se alguém precisa de atendimento urgente? Morre enquanto a madame foi votar?

No caminho de casa, cruzei com a viatura na BR-282 (Via Expressa), ainda em Florianópolis, indo em direção à São José, município vizinho, integrante da região metropolitana. - Não poderia ser de lá, pensei, querendo acreditar que UMA VIATURA DO SAMU SAIU DE SÃO JOSÉ PRA UMA FUNCIONÁRIA VOTAR EM FLORIANÓPOLIS.

Advinha, leitor. Eu tava certo ou não?

E você achava que o dinheiro do seu imposto estava bem investido, heim, cidadão? ;-)

Eleições 2008: Boca de Urna

Está escrito na lei eleitoral 9.504/1997, artigo 39:

§ 5º Constituem crimes, no dia da eleição, puníveis com detenção, de seis meses a um ano, com a alternativa de prestação de serviços à comunidade pelo mesmo período, e multa no valor de cinco mil a quinze mil UFIR:

I - o uso de alto-falantes e amplificadores de som ou a promoção de comício ou carreata;

II - a arregimentação de eleitor ou a propaganda de boca de urna;

Inciso com redação dada pela Lei n. 11.300, de 10.5.2006.

III - a divulgação de qualquer espécie de propaganda de partidos políticos ou de seus candidatos, mediante publicações, cartazes, camisas, bonés, broches ou dísticos em vestuário.

Inciso acrescido pela  Lei n. 11.300, de 10.5.2006.

Boca de urna é crime eleitoral, disso nós já sabemos. E nós sabemos também que ela acontece livremente e muito pouca gente é punida. Eu costumo ouvir rádios AM, principalmente no dia das eleições, e o número divulgado no final do pleito no fechamento da cobertura das grandes rádios é geralmente simbólico, um ou outro que prendem pra não dizer que OU ninguém ficou impune OU aconteceu um milagre e todos os partidos entraram nos eixos (essa seria difícil engolir…).

Então vejam este gif com três imagens, no mínimo, interessantes:

Por volta das 8h35m deste domingo, voltando do bairro Trindade, aqui em Florianópolis, onde levei a Renata pra votar, vi esta moça juntamente com outras duas (um pouco afastadas, por isso não aparecem na foto) com uma sacolinha plástica (nítida nas fotos) contendo santinhos, que ela entregava pra um ou outro que passavam pra votar, nas imediações do Colégio Nossa Sra. de Fátima. Este é o cruzamento da Rua Antonieta de Barros com a João Evangelista da Costa.

Como voto nesta mesma rua, porém em outra escola, a E.E.B. Jornalista Jairo Callado, desci a rua e fui cumprir meus deveres cívicos, morais e democráticos. Voltando, ela continuava lá. Resolvi estacionar o carro e ligar pro 190, telefone de emergências da Polícia Militar, e fiz uma queixa. Isso ocorreu exatamente às 9h22m (hora da Brasil Telecom, registrada no celular). Nenhuma movimentação de polícia ou coisa do tipo. Por volta das 10h25m, ou seja, UMA HORA E TRÊS MINUTOS depois, nada havia acontecido e avistava, de longe, a moça agindo livremente no crime eleitoral.

Aí eu te pergunto, leitor: teu voto vale quanto? Se ela conseguir dois votos pro candidato dela (seja ele quem for, não consegui averiguar tamanha era a maestria e habilidade da moça em esconder quem era), o meu já foi pro brejo, anulou-se, analisando grosso modo.

Não dá pra desistir, é verdade, e eu não desisto. Por mais que eu não acredite na democracia, principalmente aqui no Brasil, tendo que andar conforme a música, eu esperava que a cada pleito que se realize, municipal, estadual ou federal, a coisa melhore. E isso não está acontecendo.

Escuta aqui, dona Tânia, em quem votaste?

Num telejornal daqui de Florianópolis, mais especificamente num quadro desses onde ajudam um telespectador a resolver problemas que variam desde ruas esburacadas, energia elétrica cortada, encanamento com defeito, saneamento precário, etc, com nome fazendo menção à “Cidadania”, apareceu a dona Tânia.

Tânia é uma mulher simples, aparentemente pobre, e há mais de um ano não recebe em sua casa as contas da companhia de água, a CASAN. Ela já procurou o órgão, pessoalmente e via 0800, nada de resposta aceitável ou solução final pro seu caso. Tânia precisa ir mensalmente até a agência e fazer o pagamento por lá, sem a comodidade que os outros milhões de clientes têm. Então a equipe de reportagem foi até um escritório da estatal e filmou tudinho. Poucos dias depois as contas de água chegavam lindas e saltitantes no conforto da sua caixinha de correio.

Perfeito, não?

Péssimo. Precisou uma emissora de TV mostrar a cara do diretor da empresa pra resolverem o problema? E as outras pessoas que estão em situações parecidas que a dela? O diretor justificou que o problema era com a terceirizada, ou melhor, disse com todas as palavras: “Infelizmente temos o serviço terceirizado…”

Infelizmente como, cara-pálida? Se um sujeito desse me diz isso, eu o mando à puta que pariu.

E já que é pra ser ignorante, porque eu não sei ser diferente vendo um descaso desses, vou longe: a culpa é da dona Tânia. Se eu fosse o reporter e eu tivesse liberdade pra falar, as primeiras coisas que eu teria perguntado pra dona Tânia eram:

“Dona Tânia, em quem a Sra. votou nas últimas eleições municipais e estaduais? E em quem a senhora vai votar domingo?”

Se as respostas fossem, respectivamente: “Não sei/não lembro/não importa agora e não sei/não decidi/não conheço quem são os candidatos” eu mandaria às favas, viraria as costas e ia fazer coisa melhor da vida.

Não sei dos conhecimentos políticos da Tânia em questão, mas existem neste momento pessoas raivosas do governo, birrentas com o prefeito e que ao ouvir as palavras “candidato”, “voto” e “eleição” estalam os beiços e fazem cara de “nojinho”. Mas ai! das autoridades públicas se acontece algo errado com estes “cidadãos”, viram uns bichos, desejam a morte dos engravatados, amaldiçoam toda a parentela dos sujeitos e querem esfregar o carnê do IPTU na cara de quem quer que seja.

Créditos da Foto

Gente, escuta aqui: reclamar de um problema quando é conosco, não é cidadania. Se você tem um problema e quer resolvê-lo, por mais que seja relativo a órgãos públicos, este problema é SEU. Meu conselho? Foda-se. A partir do momento em que você apresenta o pagamento de impostos como justificativa
de que merece ser tratado como cidadão, estará cumprimendo APENAS uma obrigação. Você não pode fazê-lo SOMENTE quando tem um problema que envolve apenas e tão-somente apenas VOCÊ. Isso te faz, NO MÁXIMO, um perfeito egoísta. Mas wathever…

Exercer a sua cidadania é quando você toma decisões que sejam para o bem COLETIVO, e o COLETIVO não necessariamente está com atraso/falta na entrega das suas faturas de água. O problema do coletivo, da sociedade, chame como quiser, é muito maior que esse; aliás, este problema maior é que causa os pequenos problemas individuais como a companhia de saneamento.

E a maneira mais e rápida direta que temos atualmente, pra manifestar toda a nossa insatisfação ao que está acontecendo, é VOTANDO corretamente. Você pode votar num vagabundo, num cara que vai te ferrar daqui há dois anos, não há como prever se o cara será um corrupto caso não haja precedentes contra ele. Mas votar CERTO é votar consciente, votar estabelecendo critérios que vão além de o cara ter um rostinho bonito, de ganhar uma carrada de areia ou uma dentadura pra boca vazia do seu velho pai.

É uma pena que só temos essa oportunidade a cada dois anos. E é uma pena, REALMENTE, que nem todo mundo tenha acesso à Feed-se de Setembro.

Lástima.

Eleições 2008 - Aprenda a escolher seu candidato para vereador

Há quem odeie horário político. E é por atitudes como essa que estamos como estamos, cheios de políticos medíocres representando-nos nas cadeiras legislativas e executivas.

Eu assisto horário político. Prefiro mil vezes assistir a propaganda eleitoral gratuita que uma novela, por exemplo. E esta semana, principalmente, quando as eleições começam a esquentar com o último mês de campanha fazendo a última curva apontando na reta de chegada para as eleições, fiz uma compilação do que EU ACHO relevante para escolhermos um candidato se levarmos em consideração apenas as propagandas na TV.

PS: É CLARO que é FUNDAMENTAL conhecermos um pouco mais do histórico do candidato antes de depositar nele o nosso voto. O Blog do Cejunior nos mostra que existe uma ferramenta importante pra isso, o site Transparência Brasil, com uma listagem de todos os candidatos com a ficha suja de todo o país, que vai servir para as próximas eleições também, pois abrange Câmaras Municipais, Assembléias Legislativas, Câmara de Deputados e Senado Federal.

NUNCA vote em sujeitos que se encaixam nos perfis abaixo:

Falatório, frases de efeito e gestual

  • Sujeitos que dizem “Eu serei sua mão amiga na câmara de vereadores” ou o típico fazer e acontecer “eu farei isso, aquilo e aquilo outro”. Isso é puro comercial. Vai procurar o vereador depois de quatro meses empossado pra ver se ele atende assim tão facilmente quanto dá a entender na propaganda. Quanto a fazer eu explico com um simples “cão que ladra não morde”. Mais das vezes, tudo aquilo que o político faria eleito, poderia, também, fazer como um simples cidadão. Puro pretexto.
  • Frases prontas como “Vote certinho, vote no Chiquinho” , “João da Bega, essa moda pega” ou então “Não fique desanimado, vote no delegado” servem muito bem pra uma campanha de uma marca de refrigerante sabor “laranjinha” custando R$1,99. Eu espero que o meu representante tenha uma criatividade mais aguçada lá dentro.
  • Risque sumariamente da sua lista de possíveis candidatos o cidadão que começa os seus parcos segundos na TV com “Você me conhece” ou que usa gírias em demasia. É tão frustrante você nunca ter ouvido falar no “Zé da Padaria” como reencontrar um velho amigo e esquecer o nome dele e ele fazer caras de melhores-amigos. Um cara que te frustra antes de ser eleito, imagine depois… Tá ligado, manow?
  • Avisar na propaganda que é competente, honesto e ético não é nenhum “plus”; ou pelo menos não deveria ser. Pra mim, é condição sine qua non o cara não ser um filho de uma puta. Não voto em filhos da puta, logo quero que ele seja competente, honesto e ético.
  • Nunca confie num cara que fica fazendo gestos. Eu sei que essa regra não deve funcionar na Itália, mas foda-se: o cara que faz gestos além do necessário quer compensar com a mão o que não tem na cabeça.
  • Eu preciso dizer que você NÃO DEVE votar num cidadão LÊ 20 segundos de comercial? Ou que lê igual a um piá de terceira série do ensino fundamental? Se o cara não sabe o que vai falar ou não lembra o que escreveu, como é que vai ser vereador tendo, como principal ferramenta, a voz e a escrita?

AVISO

  • Talvez essa seja a mais importante de todas: CUIDADO, repito, MUITO CUIDADO! Tem candidato dizendo que vai melhorar a previdência social (isso é trabalho pro Presidente, não pra um zé ruela que adora mudar nome de rua), dizendo que vai melhorar a segurança pública (recolha-se a sua insignificância e deixe isso pro governador do estado), avisando que vai acabar com a corrupção (ah, vai se foder!), dizendo que vai agir na área da saúde — ou qualquer área específica (por que não se formou médico, porra?) e etc. Esses sujeitos você deve mandar tomar no cu se vir fazendo propaganda na rua. Pronto, desabafei.

Incoerentes, insensatos e “geografismos” inoportunos

  • Não há necessidade de saber a origem do caboclo. Não precisamos saber se ele veio de família rica ou pobre (aliás, oposto de rico é POBRE e não humilde), se é neto da Dona Cacilda ou sobrinho do Seo Tataca. Ser “Neto de Passarinheiro”, por mais que esta seja uma atividade da cultura de Florianópolis, não habilita ninguém a ser um bom vereador. No máximo, um excelente CHATO. Mas poderia ser pior, ele poderia ser o “filho do Mazinho do Trombone”.
  • Dizer que é de um bairro ou de uma localidade específica também é irrelevante. Colocar no seu nome a sua atribuição geográfica é pior ainda. Ser o “Ivan da Barra” ou a “Bete da Vila Aparecida” te dá, no máximo, uma elegibilidade para síndico. E só.

Aparência fíisca

  • Se o cara é desleixado, não vote nele. Se ele usa um paletó brega pra cacete, esqueça-o. Eu já fui demitido por ser gordo e já me vetaram em uma empresa pelo mesmo motivo. É assim que funciona. Se o cidadão tem uma idade avançada e seu fôlego pra falar na TV não é bom, esqueça também. Ele não vai ter fôlego nem pra posse, quem dirá pra 4 anos de trabalho que, em teoria, deveria ser duro.
  • Ter todos os dentes na boca é, SIM, pré-requisito pra ganhar oito mil reais que não serão gastos, em hipótese alguma, pra colocar uma prótese dentária.
  • Se o candidato não faz a barba, não vai recolher o lixo da frente da tua casa. Pode acreditar!
  • Ser deficiente não é um crime. Mas deveria ser um cara se candidatar por não ter as duas pernas e achar que sendo vereador vai conseguir com que todo mundo adapte suas calçadas para cadeirantes. Se for assim, eu quero alguém que brigue com os cinemas por cadeiras pra gordos! Candidatos devem ter algo mais a oferecer do que legislar em causa própria, mesmo sendo por um motivo nobre.

Religião

  • Nunca misture religião com política. Não vote em padres, bispos, pastores, ministros de eucaristia, diáconos, pais-(mães, tios, primos, tias)-de-santo, macumbeiros, videntes, astrólogas etc. Se eles forem envolvidos o suficiente com a igreja ou qualquer instituição religiosa, não terão tempo de se envolver com a câmara. Se for o contrário, não servem pra dizer que são ícones da religião porque serão desleixados com ela. Não tem chance.
  • “Ser católico praticante” ou “Eu sou o Bispo Tal” não habilita o sujeito a porcaria nenhuma. Creiam: se o inferno existir, nos mesmos moldes cristãos de hoje, ele estará cheio de padres e pastores. Sério.

Outras dicas

  • Se você tá vendo a cara do sujeito pela terceira vez em eleições, descarte-o. Se ele não conseguiu se elegar duas vezes, não vai ser agora que vai conseguir alguma coisa. Se conseguir, ele não vai responder a contento, vide as duas últimas eleições.
  • Não vote no PT.
  • Não venda seu voto.
  • Não vote em ninguém porque torce pelo seu time, porque trabalha na sua área, porque você simpatiza com o seu discurso e etc.

E obrigado por não jogar seu voto na privada fazendo-me pagar por isso durante 4 anos.

PS: Eu só falei no PT porque o Rayol disse que isso fazia chover visitas e gente xingando. Gente xingando eu reprovo o comentário e bastante visita é bom pra caramba.