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Category: Linux

GIMP – O Photoshop do Linux

Posted by Daniel Becher on jul.03, 2007, under Linux, Tecnologia (2) Comments

Como vocês já sabem, estou testando o Kubuntu 7.04. Ele existe há tempos nas distribuições Linux, mas só agora tive paciência para destrinchá-lo um pouco. Volta e meia para fazer algum post procuro imagens para ilustrá-los. Entretanto, algumas imagens precisam ser cortadas, redimensionadas, precisa corrigir uma coisinha aqui e outra ali, enfim, um editor de imagens é mais que necessário.

E é na necessidade que a gente aprende, os profissionais de TI que porventura lerem este post concordarão comigo. Eu, pelo menos, sou assim. Não seria nada prático eu fazer o post no Linux e pular para o Windows só prá abrir o Fireworks e editar as ilustrações.

O GIMP (GNU Image Manipulation Program) além de ser um editor de imagens bitmap, dá suporte à formatos de imagem vetorial. E como diz o título, a idéia do programa foi realmente esta: uma alternativa gratuita e aberta ao Adobe Photoshop, criada em 1995 Spencer Kimball e Peter Mattis. Os linuxistas já conhecem o amiguinho do Tux, o Wilber, mascote também criado no próprio GIMP.

Por enquanto, precisei dele apenas para uso no blog, mas já estou com alguns projetos abertos dando uma “fuçada” nas ferramentas. Procurei alguma documentação disponível sobre o assunto e alguns tutoriais para o GIMP, e compartilho com vocês:

Se você é usuário de Windows e não conjectura uma instalação de algum pinguim na sua máquina, também pode instalar e testar o GIMP.


(K)Ubuntu Feisty Fawn

Posted by Daniel Becher on jul.01, 2007, under Linux No Comments

Em mil novecentos e Dercy Gonçalves, instalei pela primeira vez o tal Linux: Conectiva Linux 1.0, o famoso Parolin. Veio Marumbi, veio o Guarani, e tudo o que era palavra indígena bonitinha. Naquela época mexer com linux era muito complicado, se não tivesse uma boa base dele (o que eu não tinha). Muita incompatibilidade, hardware sentimental, etc. Era fã de revistas de informática e dos CDs que vinham junto e, neste momento, instalar para ver o que era foi o motivo desse primeiro contato com o pinguim.

Passou o tempo e lá vou eu, estagiotário de um provedor de Internet, fazendo meu helpdesk malandro, de várzea, quando ampliei alguns horizontes dentro da empresa e conheci três servidores FreeBSD já configurados e em pleno funcionamento. Proxy, Mailserver e webhosting eram as funções dos três pimpolhos, responsáveis por um conhecimento um pouco mais aprofundado em algum sistema baseado em Unix, motivado pela necessidade após o desligamento de um colega/chefe que era responsável por eles.

Após uns dois anos, já em outra empresa, conheço o Conectiva 10 (nossa, como evoluiu!). Totalmente compatível com os hardwares mais conhecidos, com sistema de instalação mais simplificado e esteticamente agradável (Anaconda). Desta vez, a empresa bancou um curso oficial da Conectiva pra mim: Segurança em Redes Linux (Proxy/Cache, Firewall e VPN). Apesar de o trabalho exigir o uso do tal sistema operacional para funções de servidor, fui além e resolvi dar mais uma chance ao desktop: boas novas! Interface gráfica muito diferente da que eu conhecia, com o KDE proporcionando uma familiarização com o Windows, oferecendo suporte não somente aos hardwares comuns, mas a periféricos como pen drives, webcams, modens de toda sorte. USB era plug-and-play.

Desde então, Linux para servidores continua sendo uma das minhas atribuições nas empresas que tenho passado, seja como funcionário ou como prestador de serviços, mas não havia mais arriscado uma instalação Desktop.

Eis que nestas semanas, vendo o manual da Pen Drive que estou sorteando aqui no blog (sim, eu tenho uma igual), vi que ela também oferece compatibilidade com pinguins. Lá vou eu baixar o novo Ubuntu 7.04, batizado Feisty Fawn. Cá estou postando através dele, com Firefox.

Pra minha surpresa, não só está cada vez mais fácil instalar, como o mesmo CD que instala funciona como LiveCD, está cada vez mais amigável, funciona, de fato, com todo o meu hardware e os poucos gadgets que tenho, e, ainda por cima, com MSN e Skype funcionando sem problema algum na hora da instalação (o que ocorria frequentemente no CL10), duas ferramentas indispensáveis no meu dia-a-dia. Posto, inclusive, ao som de César Oliveira e Rogério Melo, me preparando psicologicamente para o show de hoje, rodando no Amarok, um poderoso player de áudio para Windows Media Player e Winamp nenhum botar defeito.

Se você é usuário Linux e conhece o Ubuntu, deve estar perguntando: Ué, mas Ubuntu não vem com Gnome? KDE é no Kubuntu. Sim! Com alguns downloads no apt-get, preguiça de baixar a distribuição específica e para instalar tudo denovo, transformei ele num Kubuntu, com KDE e todas as aplicações básicas e mais que suficientes.

Estas são as primeiras impressões do sistema. Espero ao longo dessa nova empreitada, que parece que veio pra ficar, postar mais detalhes.