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	<title>Blog do Becher &#187; Dinheiro</title>
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	<description>Comentários da vida alheia.</description>
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		<title>Como vender Cartão de Crédito para quem precisa (lições de telemarketing)</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Sep 2009 18:54:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Becher</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Não, você não vai encontrar neste texto uma guia completo pra fazer vendas de cartão de crédito ou algo assim. É mais um jeito meu de chamar a atenção do qualquer outra coisa.
Porque se tem algo que eu considero um desperdício burro de dinheiro é telemarketing. Geralmente é um cara ou uma moça com uma [...]<p>Este post foi publicado no <a href="http://danielbecher.com ">Blog do Becher</a>. Se você está lendo em outro lugar, ele foi copiado sem autorização. Portanto, me comunique, por gentileza.<br/><br/><a href="http://danielbecher.com/como-vender-cartao-de-credito-para-quem-precisa-licoes-de-telemarketing/">Como vender Cartão de Crédito para quem precisa (lições de telemarketing)</a></p>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Não, você não vai encontrar neste texto uma guia completo pra fazer vendas de cartão de crédito ou algo assim. É mais um jeito meu de chamar a atenção do qualquer outra coisa.</p>
<p>Porque se tem algo que eu considero um desperdício burro de dinheiro é telemarketing. Geralmente é um cara ou uma moça com uma voz irritante, um sotaque chato pra cacete que não é o teu (isso é MUITO importante e não tem nada a ver com xenofobia), te abordando enquanto você acabou de brigar com a mulher ou levou uma cagada homérica do chefe, sem qualquer condição de tratar aquele assunto no momento e coisas desse naipe. Está criado um péssimo ambiente para uma venda acontecer.</p>
<p>Pelo contrário, nesse clima hostil que o vendedor achou pra tentar empurrar algo de goela abaixo pro cliente acaba criando o que os gurus-fodões do marketing (Chupa Philipp Kotler!) chamam de marketing negativo. Aí a vaca vai pro brejo e tal.</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img title="Telemarketing" src="http://farm1.static.flickr.com/38/112010582_1352c6e6bd.jpg" alt="Telemarketing" width="500" height="375" /><p class="wp-caption-text">Telemarketing</p></div>
<p>Um dos setores que mais explora essa forma de venda é o de Cartões de Crédito. Visa e Mastercard usam e abusam das ligações inoportunas pra encher o saco dos mais variados tipos de gente Brasil afora. Isso quando não são os próprios bancos que fazem, querendo vender junto com a bandeira do cartão o seu logotipo estampado na tarjeta.</p>
<p>Acontece que há mais ou menos um mês eu venho GRITANDO no Twitter que eu preciso de um cartão de crédito melhor. Já sou cliente do Mastercard e do Visa, mas com os limites que tenho nesses cartões eu mal consigo pagar um suco de groselha pra minha namorada, quem dirá poder pagar os meus fornecedores, todos estrangeiros, via PayPal. Aliás, o do Master eu não consigo usar, dá erro sempre que tento comprar DOIS sucos de groselha ao invés de um, em dólar.</p>
<p>Se os queridinhos do telemarketing <a href="http://search.twitter.com/search?q=cart%C3%A3o+de+cr%C3%A9dito" target="_self">acessassem este link agora</a>, que nada mais é que uma busca no Twitter pela palavra Cartão de Crédito, veriam que não só eu, mas mais gente está atrás de um cartão de crédito, ou se manifesta expondo suas vontades em adquirir um, talvez aumentar o limite, fazer um upgrade, trocar de bandeira, etc.</p>
<p>Não tenho números concretos de quantas vendas se concretizam ou se é um negócio realmente rentável ficar ligando de casa em casa oferecendo um, mas imagino que se fosse muito ruim eles não insistiriam (ou vai saber?). De qualquer forma, sei que é uma propaganda negativa do cacete e que poderiam achar meios melhores de atingirem as metas.</p>
<p>E eu continuo aqui, esperando a boa vontade de algum banco me ligar oferecendo um cartão internacional pra TRABALHAR, enquanto neste momento alguns atendentes estão alimentando sua úlcera após (im)possíveis clientes  dizerem algum desaforo e desligarem o telefone na cara.</p>
<p>Este post foi publicado no <a href="http://danielbecher.com ">Blog do Becher</a>. Se você está lendo em outro lugar, ele foi copiado sem autorização. Portanto, me comunique, por gentileza.<br/><br/><a href="http://danielbecher.com/como-vender-cartao-de-credito-para-quem-precisa-licoes-de-telemarketing/">Como vender Cartão de Crédito para quem precisa (lições de telemarketing)</a></p>
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		<title>Relação cliente x fornecedor &#8211; uma realidade cruel</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Jul 2009 11:52:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Becher</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Assistindo este vídeo que foi indicado pelo Leo Baiano no Twitter eu me identifiquei em várias situações, cada uma com suas peculiaridades que com certeza me resgataram da memória algum momento em que estive negociando ou atendendo a pedidos até absurdos de alguns tomadores dos meus serviços.

Me lembrei, inclusive, de um proprietário de uma pizzaria [...]<p>Este post foi publicado no <a href="http://danielbecher.com ">Blog do Becher</a>. Se você está lendo em outro lugar, ele foi copiado sem autorização. Portanto, me comunique, por gentileza.<br/><br/><a href="http://danielbecher.com/relacao-cliente-x-fornecedor-uma-realidade-cruel/">Relação cliente x fornecedor &#8211; uma realidade cruel</a></p>
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Assistindo este vídeo que foi indicado pelo <a href="http://twitter.com/leobaiano/status/2868995789" target="_self">Leo Baiano no Twitter</a> eu me identifiquei em várias situações, cada uma com suas peculiaridades que com certeza me resgataram da memória algum momento em que estive negociando ou atendendo a pedidos até absurdos de alguns tomadores dos meus serviços.</p>
<p><!-- Smart Youtube --><span class="youtube"><object width="425" height="355"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/uP8OhGzWat0&amp;rel=1&amp;color1=d6d6d6&amp;color2=f0f0f0&amp;border=0&amp;fs=1&amp;hl=en&amp;autoplay=0&amp;showinfo=0&amp;iv_load_policy=3&amp;showsearch=0" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><embed wmode="transparent" src="http://www.youtube.com/v/uP8OhGzWat0&amp;rel=1&amp;color1=d6d6d6&amp;color2=f0f0f0&amp;border=0&amp;fs=1&amp;hl=en&amp;autoplay=0&amp;showinfo=0&amp;iv_load_policy=3&amp;showsearch=0" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" width="425" height="355" ></embed><param name="wmode" value="transparent" /></object></span></p>
<p>Me lembrei, inclusive, de um proprietário de uma pizzaria que queria me pagar pelo serviço com, advinhem? Claro, uma pizza. E o mais absurdo não era nem o fato de ele pagar querendo usar o preço de venda dele (já que ele só pagaria, de fato, o preço de custo), mas sim pela proposta constrangedora: &#8220;troco o valor em questão por uma pizza brotinho, topas?&#8221;</p>
<p>Se eu aceitei? Claro que não, eu tenho a minha pizzaria favorita e o preço que eu pago por ela mais das vezes chega a mais de 50% do brotinho em questão. Eu não troco meus gostos pessoais por negociatas bobas, e menos ainda prostituo o meu trabalho. Cliente que acha meu serviço caro sempre tem uma resposta caso ele não ceda: a concorrência é grande, faça uma pesquisa e achará preços mais em conta.</p>
<p>Este post foi publicado no <a href="http://danielbecher.com ">Blog do Becher</a>. Se você está lendo em outro lugar, ele foi copiado sem autorização. Portanto, me comunique, por gentileza.<br/><br/><a href="http://danielbecher.com/relacao-cliente-x-fornecedor-uma-realidade-cruel/">Relação cliente x fornecedor -- uma realidade cruel</a></p>
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		<title>Vamos falar de dinheiro?</title>
		<link>http://danielbecher.com/vamos-falar-de-dinheiro/</link>
		<comments>http://danielbecher.com/vamos-falar-de-dinheiro/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2009 18:26:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Becher</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Vamos. Vamos falar de dinheiro porque falar de dinheiro torna pessoas mais responsáveis no uso deste recurso que mais das vezes acaba com casamentos e grandes impérios, botequins e empresas de grande porte. Dinheiro, não só o de papel. Vamos falar de dinheiro mas não do substantivo, vamos falar do nome próprio que não existe [...]<p>Este post foi publicado no <a href="http://danielbecher.com ">Blog do Becher</a>. Se você está lendo em outro lugar, ele foi copiado sem autorização. Portanto, me comunique, por gentileza.<br/><br/><a href="http://danielbecher.com/vamos-falar-de-dinheiro/">Vamos falar de dinheiro?</a></p>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Vamos. <strong><a href="http://dinheirama.com/blog/2009/06/22/promocao-de-lancamento-livro-vamos-falar-de-dinheiro/" target="_self">Vamos falar de dinheiro</a></strong> porque falar de dinheiro torna pessoas mais responsáveis no uso deste recurso que mais das vezes acaba com casamentos e grandes impérios, botequins e empresas de grande porte. Dinheiro, não só o de papel. Vamos falar de dinheiro mas não do substantivo, vamos falar do nome próprio que não existe na língua portuguesa, mas que deveria ganhar uma maiúscula no início pela importância que tem, principalmente em épocas de crise (?) que estamos vivendo.</p>
<p><img class="size-full wp-image-1807 aligncenter" title="vamos-falar-de-dinheiro" src="http://danielbecher.com/wp-content/uploads/2009/06/vamos-falar-de-dinheiro.jpg" alt="vamos-falar-de-dinheiro" width="290" height="426" /></p>
<p>E vamos falar de dinheiro agora neste post sobretudo porque não só o Navarro, sabedor da importância do vil metal e do vil papel, foi um dos responsáveis pela guinada que eu dei na minha vida no início deste ano sendo meu cliente e apostando num projeto que gestei dentro de mim (e não foi um flato) durante muito tempo, mas também me ensinando através do <a href="http://dinheirama.com" target="_self">Dinheirama</a> como não dar um passo maior que a perna quando minha cabeça de bagre mandava fazer totalmente o oposto.</p>
<p>Vamos falar de dinheiro, enfim, porque este é o título do mais novo filho do meu grande amigo Conrado Navarro, e merece todo holofote possível, e dispensa mesmo os comentários que já teci nas linhas dos parágrafos anteriores.</p>
<p>Se você é igual a mim, que se pergunta todos os dias se é <strong>melhor alugar ou comprar um imóvel</strong>, se deve <strong>investir em ações ou poupança</strong>, que diabos a inflação faz que deixa todo mundo de calças na mão ou <strong>como se livrar daquela dívida</strong> que te tira o sono, então <strong>vamos falar de dinheiro</strong>.</p>
<p>PS: se você sentiu um enorme comichão nos dedos após ler este post e está quase fechando a compra do livro, alto lá. Eu não falei que o cara ensina sobre dinheiro? <a href="http://www.novatec.com.br/livros/vamosfalardinheiro/" target="_self">Aproveita e economiza 30% colocando o código DINHEIRAMA </a>quando for solicitado no formulário de compra da Editora Novatec.</p>
<p>PS2: depois que comprar e ler o livro (e <strong>concorrer a um iPod Shuffle Mini</strong>), se livrar das dívidas, tiver um baita investimento na manga e conseguir sua independência financeira, volta aqui que você me deve uma cerveja.</p>
<p>Este post foi publicado no <a href="http://danielbecher.com ">Blog do Becher</a>. Se você está lendo em outro lugar, ele foi copiado sem autorização. Portanto, me comunique, por gentileza.<br/><br/><a href="http://danielbecher.com/vamos-falar-de-dinheiro/">Vamos falar de dinheiro?</a></p>
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		<title>Os clichês do Carnaval</title>
		<link>http://danielbecher.com/os-cliches-do-carnaval/</link>
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		<pubDate>Fri, 20 Feb 2009 17:41:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Becher</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Carnaval pra mim é igual merda, com a diferença que não fede. Ou fede?
Não ligo muito, não gosto do ziriguidum menos ainda dos balangandãs. Detesto lantejoula, brilho e demais alegorias. Multidão por multidão, prefiro o aconchego da minha casa. O bom é que quem não mora nas regiões carnavalescas, como praias e locais que tenham [...]<p>Este post foi publicado no <a href="http://danielbecher.com ">Blog do Becher</a>. Se você está lendo em outro lugar, ele foi copiado sem autorização. Portanto, me comunique, por gentileza.<br/><br/><a href="http://danielbecher.com/os-cliches-do-carnaval/">Os clichês do Carnaval</a></p>
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Carnaval pra mim é igual merda, com a diferença que não fede. Ou fede?</p>
<p>Não ligo muito, não gosto do ziriguidum menos ainda dos balangandãs. Detesto lantejoula, brilho e demais alegorias. Multidão por multidão, prefiro o aconchego da minha casa. O bom é que quem não mora nas regiões carnavalescas, como praias e locais que tenham clubes, como onde eu moro, o sossego é garantido. Assim eu espero.</p>
<p>Mas o carnaval vem por osmose, a TV mostra o desfile das escolas e ver umas mulatas e umas loiras gostosas pagando um peitinho faz até eu ver um pouco da Sapucaí. Só não gosto de ver a Mangueira entrar, dizem que dói bastante, mas esse é outro clichê que não pretendo abordar por ora.</p>
<p>Não bastasse esse turbilhão de batuques adentrando à minha residência em forma de samba-enredo, eu recebo constantemente algo que eu já não aguento mais: são os trocadilhos das ofertas das lojas de departamento virtuais. Não falha um ano; Saraiva, Americanas, até o Submarino entra na avenida pra fazer trocadilhos como esse que eu fiz agora. Duvida?</p>
<div id="attachment_1639" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-1639" title="caia-na-folia" src="http://danielbecher.com/wp-content/uploads/2009/02/caia-na-folia.jpg" alt="Saraiva" width="500" height="265" /><p class="wp-caption-text">Saraiva</p></div>
<p>Esse é absoluto o maior de todos. &#8220;Caia na folia com as lojas XXX&#8221; (troque pelo nome da loja e o clichê tá pronto, sem mostarda).</p>
<div id="attachment_1640" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-1640" title="bloco-do-preco-baixo" src="http://danielbecher.com/wp-content/uploads/2009/02/bloco-do-preco-baixo.jpg" alt="Americanas" width="500" height="237" /><p class="wp-caption-text">Americanas</p></div>
<div id="attachment_1641" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-1641" title="desconto-folia" src="http://danielbecher.com/wp-content/uploads/2009/02/desconto-folia.gif" alt="Ponto Frio" width="500" height="163" /><p class="wp-caption-text">Ponto Frio</p></div>
<div id="attachment_1642" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-1642" title="carnaval-de-ofertas-shoptime" src="http://danielbecher.com/wp-content/uploads/2009/02/carnaval-de-ofertas-shoptime.jpg" alt="Shoptime" width="500" height="142" /><p class="wp-caption-text">Shoptime</p></div>
<p>Nem a estreante Casas Bahia, que há pouco lançou sua loja virtual, pela primeira vez no grupo especial entrando na passarela (!) escapou do clichê.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-1643 aligncenter" title="bloco-casas-bahia" src="http://danielbecher.com/wp-content/uploads/2009/02/bloco-casas-bahia.gif" alt="bloco-casas-bahia" width="500" height="143" /></p>
<p>Porque não é o fato de criar promoções específicas para o Carnaval. Se ainda fossem promoções, mas é a mesma enganação de sempre: &#8220;Compre Notebook de R$8.587.499,99 por R$1.299,99&#8243;. São descontos absurdos que existem o ano todo e com o mesmo frete grátis que eles dão em qualquer época se você comprar acima de 99 reais (e quem é que compra abaixo de 99 reais com os preços praticados por eles?). O fato em questão é o clichê, é a falta de criatividade pra fazer algo diferente.</p>
<div id="attachment_1645" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-1645" title="resultado-carnaval-2009" src="http://danielbecher.com/wp-content/uploads/2009/02/resultado-carnaval-2009.jpg" alt="Comprafácil" width="500" height="145" /><p class="wp-caption-text">Comprafácil</p></div>
<p>Quem se destacou um pouquinho foi a Comprafácil com a historinha acima. Foi a única que não ficou na ala da mesmice nem no recuo da falta de criatividade.</p>
<p>Ademais, nenhuma delas vai conseguir vender nada pra mim mesmo, já que esse ano eu desfilo na Acadêmicos do Sem-grana.</p>
<p>Este post foi publicado no <a href="http://danielbecher.com ">Blog do Becher</a>. Se você está lendo em outro lugar, ele foi copiado sem autorização. Portanto, me comunique, por gentileza.<br/><br/><a href="http://danielbecher.com/os-cliches-do-carnaval/">Os clichês do Carnaval</a></p>
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		<title>Cartão de débito é lenda urbana</title>
		<link>http://danielbecher.com/cartao-de-debito-e-lenda-urbana/</link>
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		<pubDate>Fri, 20 Feb 2009 14:51:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Becher</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Raramente alguém me liga pra oferecer cartão de crédito. Vejo muita gente reclamando que o telemarketing das bandeiras e dos bancos mais conhecidos são implacáveis quando querem te oferecer um novo cartão, mas eu nunca tive problema com isso. Nunca sequer me pararam na rua pra oferecer um deles. Não estou falando aqui de cartões [...]<p>Este post foi publicado no <a href="http://danielbecher.com ">Blog do Becher</a>. Se você está lendo em outro lugar, ele foi copiado sem autorização. Portanto, me comunique, por gentileza.<br/><br/><a href="http://danielbecher.com/cartao-de-debito-e-lenda-urbana/">Cartão de débito é lenda urbana</a></p>
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Raramente alguém me liga pra oferecer cartão de crédito. Vejo muita gente reclamando que o telemarketing das bandeiras e dos bancos mais conhecidos são implacáveis quando querem te oferecer um novo cartão, mas eu nunca tive problema com isso. Nunca sequer me pararam na rua pra oferecer um deles. Não estou falando aqui de cartões com o da Renner ou os cartões do Ibis, que se proliferam como pobre em cidade grande. Falo dos cartões normais.</p>
<p>Mas mesmo assim, quando comecei meu relacionamento com o meu banco, procurei um. Queria ter um cartão de crédito pra uma emergência, lá nos primórdios da minha vida financeira, e o débito nem era tão repercutido assim. Com o passar do tempo acabei adquirindo um costume que eu acho prático hoje em dia, pagar tudo com dinheiro de plástico. À vista, mas com cartão de débito, não no crédito nem no dinheiro. Porém não é uma tarefa fácil. Pagar no débito sempre foi uma lenda urbana.</p>
<div id="attachment_1634" class="wp-caption aligncenter" style="width: 416px"><img class="size-full wp-image-1634" title="cartao-de-debito" src="http://danielbecher.com/wp-content/uploads/2009/02/cartao-de-debito.jpg" alt="Não é tão simples como eles tentam te convencer" width="406" height="450" /><p class="wp-caption-text">Não é tão simples como eles tentam te convencer</p></div>
<p>Primeiro porque o comerciante pequeno &#8212; não falo aqui dos grandes &#8212; se sente como se estivesse fazendo um favor pra você, quando você estende a <em>tarjeta</em> pra eles. Se você diz que o pagamento é no débito eles logo pensam na fatia que precisam deixar para a financeira em questão. Sim, compras a crédito e a débito têm um custo. Se você compra algo no valor de R$100,00, 5% desse bolo fica com a bandeira e não estou contando a taxa mensal que eles pagam pra ter a maquininha na loja.</p>
<p>Segundo porque ninguém respeita o cliente que paga com cartão. Não foi uma nem foram duas as vezes que eu fui num posto abastecer o carro e tive que pagar a gasolina mais cara que a &#8220;da promoção&#8221; porque não paguei em dinheiro. Um verdadeiro desrespeito com o consumidor. Isso quando não aceitam vender determinados produtos onde o lucro é pequeno, como no caso das bebidas, ou o preço é pequeno E tabelado, como no caso dos cigarros. Já tentou comprar cigarro em posto de combústivel no débito? é praticamente impossível. E aí não falamos apenas de desrespeito, falamos de um crime contra o consumidor, falamos de ilegalidade além da imoralidade já debatida no parágrafo.</p>
<p>Aos poucos, e não poderia deixar de ser, afinal estamos no Brasil, o código de defesa do consumidor vai sendo melhorado e algumas decisões importantes vêm sendo tomadas. Mesmo que a passos de tartaruga, as lojas já se adequam ao fato de que não podem mais rejeitar compra com cheque, à vista ou a prazo, levando em consideração a data de existência da conta corrente; era uma medida de segurança que as lojas tomavam para não receberem calote, ou minimizar a possibilidade de. E aí aparece outro impasse: olhando pelo lado do lojista, em épocas de crise o crédito é extremamente valioso e precisa ser racionado, como então confiar num cliente? Algumas lojas já até entraram com pedido liminar na justiça para poderem terem o direito de não mais vender com cheque e receio que o preço diferenciado para o débito vai continuar.</p>
<p>Eu continuo preferindo pagar tudo com o cartão de débito e sempre dou preferência para as lojas que dispõe da facilidade. Mesmo sob risco de a qualquer momento <a href="http://www.christiangump.net/gumpices/aceito-em-todos-os-lugares-que-aceitam/" target="_self">cometer uma Gumpice de fazer um pratão no Quilo da Maria</a> e esquecer de perguntar se eles aceitam meu dinheiro virtual.</p>
<p>Este post foi publicado no <a href="http://danielbecher.com ">Blog do Becher</a>. Se você está lendo em outro lugar, ele foi copiado sem autorização. Portanto, me comunique, por gentileza.<br/><br/><a href="http://danielbecher.com/cartao-de-debito-e-lenda-urbana/">Cartão de débito é lenda urbana</a></p>
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		<title>Como tirar o nome do SPC/Serasa pelas telecom sem perder a cabeça</title>
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		<pubDate>Tue, 21 Oct 2008 18:26:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Becher</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Há um ditado muito conhecido aqui nas bandas do sul, que diz que &#8220;mulher e carro não se emprestam&#8221;. Tá incompleto o dito, faltou citar o nome. Nunca emprestei mulher nem carro, por isso não sei a intensidade das cefaléias provenientes destas atitudes, mas emprestar o nome me fez perder as estribeiras. Quando é pra [...]<p>Este post foi publicado no <a href="http://danielbecher.com ">Blog do Becher</a>. Se você está lendo em outro lugar, ele foi copiado sem autorização. Portanto, me comunique, por gentileza.<br/><br/><a href="http://danielbecher.com/como-tirar-o-nome-do-spcserasa-pelas-telecom-sem-perder-a-cabeca/">Como tirar o nome do SPC/Serasa pelas telecom sem perder a cabeça</a></p>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Há um ditado muito conhecido aqui nas bandas do sul, que diz que &#8220;mulher e carro não se emprestam&#8221;. Tá incompleto o dito, faltou citar o nome. Nunca emprestei mulher nem carro, por isso não sei a intensidade das cefaléias provenientes destas atitudes, mas emprestar o nome me fez perder as estribeiras. Quando é pra alguém da família (e família eu digo pai e mãe), vá lá, mas quando é para estranho, prepare-se pra ficar sem dormir noites a fio. Porque quando a dívida é nossa nós nos condicionamos emocional e financeiramente pra quitá-la, mas nada podemos fazer quando um parente ou amigo vira as costas e te atocha no rabo uma dívida, e das grandes.</p>
<p>No meu nome, no momento em que escrevo o post, existem 4 registros no SPC (Serviço de Proteção ao Crédito). Dois deles, ainda, constam também no Serasa. Quem me acompanha no Twitter viu que em determinados momentos eu perdi as estribeiras, desde que resolvi, por volta das 9 horas da manhã, entrar em contato com Brasil Telecom e Vivo pra quitar os débitos por minha conta mesmo e cobrá-las posteriormente.</p>
<p>Há quem aconselhe que quanto antes se pagar uma dívida, melhor; que deixá-las rolando no banco ou financeira aguardando um décimo terceiro ou algum dinheiro atrasado é menos depreciativo (aí entra inflação, juros, multa, encargos financeiros e o escambau). Não que os credores incentivem você a pagar uma conta mais atrasado o possível, claro que não, ainda não jogam dinheiro fora, mas é fato que depois de algum tempo com uma fatura em atrasado e notando a indiferença do devedor em relação à ela, as chances de um desconto gordo são maiores.</p>
<p>Na Brasil Telecom não teve jogo, até porque a conta não havia ido parar em um escritório de cobrança, era coisa recente. Sorte que eram duas faturas bem pequenas, de 35 reais cada. Mas as da Vivo, que já tinham parado na tal da Hoper e Creditone, uma de 215 e outra de 120 reais, consegui um gordo &#8212; obeso, rotundo, adiposo &#8211; desconto. 20% em cada uma delas, quase 70 reais. Ou seja, neste caso, as da Brasil Telecom ficaram como se fossem &#8220;de brinde&#8221;.</p>
<p>O estresse que passei hoje com certeza não compensou desconto algum, pelo contrário, devo ter envelhecido mentalmente uns três anos e fumei quase uma carteira de cigarros inteira enquanto OU ouvia musiquinhas idiotas de atendimento digital OU tentava tresloucadamente conseguir falar com algum energúmeno atendente tentando explicar que dois dos telefones que eu precisava quitar já nem existiam mais, sequer lembrava dos números das linhas.</p>
<h2>Dicas importantes pra tentar negociar com operadoras e tirar seu nome do pau sem ter um ataque cardíaco:</h2>
<ul>
<li>Antes de penesar em pegar no telefone, faça um estoque de comida e líquidos potáveis deixando-os acessíveis no raio que alcançar o fio do telefone;</li>
<li>Não ligue para o 0800 tendo posse de: materiais cortantes, cordas de varal, anfetaminas, veneno para rato, armas de fogo e afins;</li>
<li>Tente obter forças ocultas dentro de você e dance igual Carlinhos de Jesus ao som das tradicionais sinfonias de Bethoven e correlatos;</li>
<li>Decore ou tenha em mãos documentos importantes e informações relevantes como seu CPF, RG, endereço, CEP, Cartão do SUS, Renavam do veículo, data de nascimento do seu melhor amigo, vinte e oito números de telefone para indicação. Além disso, decore a <a href="http://olhometro.com/2008/10/21/cinco-duvidas-irrespondiveis-de-uma-terca-feira-chuvosa/" target="_self">tabuada atualizada de 2009</a>;</li>
<li>A cada uma hora de negociação com as referidas empresas, relaxe um pouco, estique os braços, faça movimentos com o punho (e não pulso, ok?), coma uma fruta e beba água ou isotônico;</li>
<li>Lembre-se sempre: você é quem deve, foda-se. Eles não têm o dever nenhum de te tratar bem. Seria generoso da parte deles, mas NUNCA, NUNCA se esqueça que SEMPRE quem atende pra vender tem uma voz doce e meiga, e quem atende pra cobrar tem voz ríspida e usa poucas palavras. Isso é jogada deles pra te fazer sentir culpado (e você já tem um potencial grande pra isso, uma vez que você é um VELHACO!).</li>
</ul>
<p>Se você segiu estas pequenas dicas, é possível que tudo dê certo. Agora, é esperar cinco dias úteis para apenas e tão-somente apenas receber o boleto, mais 48 horas para pagá-lo e o banco compensá-lo à empresa credora e (ufa!) esperar mais 7 dias úteis pra o seu nome sair do SPC e SERASA.</p>
<p>Simples assim.</p>
<p>Este post foi publicado no <a href="http://danielbecher.com ">Blog do Becher</a>. Se você está lendo em outro lugar, ele foi copiado sem autorização. Portanto, me comunique, por gentileza.<br/><br/><a href="http://danielbecher.com/como-tirar-o-nome-do-spcserasa-pelas-telecom-sem-perder-a-cabeca/">Como tirar o nome do SPC/Serasa pelas telecom sem perder a cabeça</a></p>
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