Archive for the ‘+18’ Category

Cacau pagando peitinho no BBB 10: obrigado Eliéser!

quinta-feira, fevereiro 11th, 2010

Que Arruda que nada. Mais que um político corrupto (pleonasmo quase certo nessas ocasiões) sendo preso, o assunto mais relevante do dia com certeza é a Cacau, namorada do Eliéser no Big Brother Brasil 10, pagando peitinho.

Foi assim: a Cacau estava sentada na cama vestindo o biquini pra tomar sol. Foi pedir ajuda pro Eliéser pra amarrar nas costas a parte de cima da indumentária praiana e, elástico que é, o sutiã foi parar na frente mostrando o seio da moça pra alguns milhões de brasileiros sedentos por estes momentos.

O resultado foi esse:

Ficou comprovado, pelo menos, que pagar “peitinho” é apenas pra encaixar o clichê. E parabéns pro Eliéser que ficou algumas semanas tentando ver e não conseguiu o que milhares de brasileiros já salvaram em seus wallpapers.

Vi a foto aqui.

O Buraco errado

terça-feira, dezembro 15th, 2009

Aquela história de que em tempos de estio qualquer buraco vira trincheira nunca deve ser levada ao pé da letra. Isso porque você pode se dar mal como o cidadão do vídeo abaixo que quase cagou tudo (literalmente).

Estatísticas comprovam que 95% dessas histórias acabam em desastre.

Achado do Byte Que Eu Gosto.

Geisy da Uniban na Playboy com Alinne Moraes

quarta-feira, novembro 11th, 2009

Passou-se dois anos que alguém levantou a bandeira e vários aprenderam e repetir a expressão “feita no Photoshop” referindo-se a alguns ensaios fotográficos nú realizados por revistas de nudez como a Playboy, por exemplo. A vendagem nunca foi afetada por esse delito-flagrante que muitos denunciaram, pelo contrário, todos queriam continuar se enganando pela aparência plastificada das ex-BBB gostosas e de atrizes robustas como Juliana Paes. Até a Mulher Melancia perdeu alguns celulites, o sonho da maioria das mulheres, nas páginas impressas e melecadas, preferidas pelos adolescentes.

O programa de edição de imagens mais famoso do mundo, principalmente no Brasil onde qualquer idiota repete isso e acabou criando-se o mantra, também deve ter sido utilizado nas últimas fotos da Playboy da Fernanda Young. Muito provavelmente ela foi beneficiada com alguns retoques e isso eu nem vou discutir.

fernanda-young-playboy-436

O que coloco em questão é que desta vez não foi nenhuma mulher fruta e escolhida pra ilustrar as fantasias mais ruborizantes da homarada brasileira, nem alguma ex-BBB precisando de palanque e mostrando o último aplique de silicone turbinado. Pelo contrário, foi uma mulher bonita, com tudo em cima apesar de já ter filhos e uma idade avançada, uma mulher dita “normal”.

E quando eu esperava que a Fernandinha iria cair nas graças da galera que só reclamava das super-mulheres irretocáveis, me engano novamente. Vaias e mais vaias por colocarem lá uma “velha”, uma mulher “normal”, alguém que julgam não ter beleza o suficiente para mostrar os seus (fartos) pelos pubianos frente às câmeras ousadas do fotógrafo da revista.

geisy-uniban-vestido-saia-curta

E o Tsunami não está nem perto de acabar, uma vez que rola um boato por estas plagas de que a próxima capa poderá ser dividida entre Alinne Moraes e Geisy, aquela moça estudante da Uniban (Universidade Bandeirante), de São Paulo, que foi hype na interwebs na semana passada e no início desta, após ter sofrido uma espécie de rechaçamento pelos alunos porque apenas e tão-somente trajava um minúsculo vestido oportunizando o sol bater em partes nunca dantes desbravadas pelo nosso satélite-mór.

Pra mim não faz diferença se quem está lá é a Velha da Praça, a Geisy da Uniban ou a Mulher Chuchú. Pouco me importa quem seja a protagonista daquela revista, eu realmente não gasto dinheiro pra ver isso. Chega no meu e-mail de graça pelos meus amigos que têm como único objetivo na vida disseminar putaria e bizarrices desse tipo.

Mas eu acho que é bom a homarada decidir se gosta realmente da fruta ou não, senão vão ter que colocar modelos masculinos pra agradar o público que ora se levanta contra mulheres, de fato.

Daniele Suzuki tira a roupa com os Índios (ou os peitinhos da Dani Suzuki)

sexta-feira, setembro 4th, 2009

A Playboy não conseguiu. Mas ela fez de graça pro programa Tribos, do Multishow, que visitou advinhem? Uma tribo indígena.

Lá, Daniele Suzuki, apresentadora do programa, tirou a roupa pra encarnar uma guerreira índia numa luta e pra tirar a pintura do corpo num banho de rio.

E eu poderia florear um bocado, talvez encontrar uma meia dúzia de palavras-chave pra não fazer este texto parecer totalmente caça-paraquedistas, mas não dá. O tardar da hora me impede de fazer alguma coisa mais elaborada que este terceiro e último parágrafo enchedor de embutidos suínos que precede o vídeo de Daniele Suzuki pelada no Programa Tribos do Multishow.

Tomou?

Palavrões como advérbios de intensidade

sexta-feira, agosto 21st, 2009

Não sei nas outras regiões, mas aqui no Sul usamos muito “pra/do/o caralho”, “pra/do/o cacete” e  “da porra”.

Exemplos:

  • O Cardoso é um twitteiro do caralho! (no sentido de ele ser um bom twitteiro)
  • A Twittess tem um script da porra! (no sentido de ela ter um script que funciona bem)
  • O Otávio Mesquita escreve mal pra cacete! (no sentido de que ele é um semi-analfabeto)
  • Vou trabalhar, o cacete! (dá sentido de negação, não vou trabalhar não!)

Até aí tudo bem, tudo tranquilo, tudo sereno.

O problema é quando essas frases se encontram num possível contexto em forma de trocadilho. Aí a fode a porra toda, digo, aí complica tudo. Dá problema na kombi. A vaca vai pro brejo. Mais exemplos, claro:

  • Trabalho pra cacete é foda!

Essa frase teria um sentido de “Muito trabalho é ruim“. Mas se você notar, cacete denota o falo e uma das coisas pra qual ele foi desenvolvido é a conjunção carnal. Ora, um de suas funções realmente é a foda.

  • Estou com uma fome da porra!

Queremos dizer que estamos com bastante fome, mas se você disser isso, meu amigo, numa rodinha (trocadilho denovo?) de amigos, alguém vai te gozar (again!). Afinal, você não está com fome necessariamente do produto final da conjunção carnal, e sim uma fome genérica.

Mas o pior mesmo é quando um palavrão que denota intensidade acaba se ligando com o famoso “cu”. Porque “cu” é o coringa master da língua portuguesa vulgar e sem-vergonha. Dercy Gonçalves teria vergonha de conversar neste idioma, e olha que aquela velha tinha uma boca suja da porra! (olha lá o trocadilho!). Tudo termina em cu, bunda e rabo.

Um bom exemplo disso é quando um colega de trabalho nos tenta sabotar, e dizemos pra ele em alto e bom som anal: “Você não vai botar no meu cu!”.

Mas, como dizia no início do parágrafo, pode ser pior. Você poderia ter dito, por exemplo:

  • “No meu cu, o caralho!”

E fode a porra toda.

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